Novas experiências nos Estados Unidos

O final do mês de março reservou muita alegria para seis alunos formados pelo Band que tinham a meta de estudar no exterior. André Blois Ferreira, Catherine Yuriko Shigeoka, Fábio Luiz Mangia, Pedro Montebello Milani, Renata Tuoni Hanna e Vitor Cortes Borges foram admitidos em 11 diferentes universidades americanas para começarem seus estudos internacionais no segundo semestre de 2011.

São muitos os motivos que levaram esses estudantes a almejar a graduação internacional. A vivência de uma nova cultura e o contato com pessoas do mundo inteiro são aspectos muito relevantes dessa experiência que “enriquecem não só o currículo, mas a nossa formação pessoal”, segundo Vitor Borges, que busca aprofundar seus conhecimentos numa área acadêmica pouco desenvolvida no Brasil, a Engenharia Aeronáutica, e foi aceito pela Embry- Riddle Aeronautical University.

Outro atrativo das universidades americanas é a estrutura diferenciada dos cursos, que dá margem para o aluno aprofundar-se em distintas áreas do conhecimento antes de escolher a profissão a seguir. “Essa é uma ótima chance de errar e descobrir realmente o que se quer fazer pelo resto da vida”, acredita Fábio Mangia, aprovado em quatro universidades.

Assim como a estrutura do curso universitário americano é diferenciada, o processo seletivo também se distingue dos vestibulares brasileiros. A admissão dos estudantes passa por uma banca avaliadora que considera todo histórico escolar dos candidatos, além de atividades extracurriculares, cartas de recomendação e o resultado das provas de conhecimento específico exigidas pelas instituições.

Organização no cumprimento de prazos dos exames e dedicação às atividades escolares são extremamente importantes, mas também é primordial uma postura autêntica do candidato a respeito de interesses gerais. “Se um aluno no último ano do colegial decidir passar um mês no Panamá construindo casas para a população local sem nunca antes ter mostrado preocupação com aquela região, ele provavelmente atrairá um olhar suspeito da bancada das faculdades americanas”, diz Fábio Mangia. “É mais interessante dedicar-se a uma ou duas atividades que reflitam quem você é e sua
visão de mundo”, completa o aluno.

Após cumprirem todas as exigências dos processos seletivos e obterem muito sucesso nos exames, os alunos já podem comemorar essa grande conquista e sonhar com as experiências que viverão no norte da América.